A CINTILANTE LUZ DA POESIA

O poeta é um bruxo, que faz do papel, seu caldeirão, da caneta, sua colher de pau e das palavras, os ingredientes que usa para preparar suas ‘poções mágicas’ que têm o poder de aguçar a visão daqueles que as ingerem. Fazendo com que enxerguem beleza naquilo que aparentemente não possui viço algum.
Tais ‘poções’ se tomadas em doses homeopáticas, surtem um efeito mágico, porém efêmero. Contudo, se bebidas em quantidades cavalares, são capazes de abrir completamente os olhos de alguém, dando-lhe a capacidade de observar nitidamente a cintilante luz da poesia!
E aqueles que são capazes de vislumbrar essa luz, serão, enquanto viverem, iluminados por ela e jamais verão suas vidas mergulhadas na sufocante escuridão que provém da falta de sensibilidade.

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