ERA APENAS UMA MULHER

ERA APENAS UMA MULHER

Marcos Olavo

 

Não era um corpo apenas contemplado

Era o melhor sonho, sensibilidade e suavidade,

Era o prazer desta sensual mulher

No selvagem alimento da atração.

 

Sonhos vividos do choque na cama,

Dias queridos desta mulher faminta…

Era apenas uma mulher…

A voz assanhada da tentação feroz

Uma bela mulher caçadora.

Caçando toda emoção saliente

Professando a tua raiva e a beleza

Descobrindo teu perfeito sabor de amor.

 

Um dia, uma mulher cor de vinho puro,

Fêmea bela, um cristal quebrado pela dor!

Sabendo do brilho real e fantasiado

Em levada da terra deixa na face,

Sorrindo em beijos carentes pela mulher

Relembrando fatos reais do tempo, no anseio,

Com fechar dos olhos de tentação.

 

Grande dama da noite em dores

Com fome desta hora em leito

Podendo mostrar a arte da excitabilidade

Perfumando este corpo machucado,

Vestida em neve na sede do deserto,

Despindo-se na roupa vermelha intimas

Mostrando-se sua tímida roupa acolhedora

Seduzindo meus olhos tão famulentos.

 

Em frente de mim, dançando bela e nua

Se jogando em meus braços fortes

Dizia-me com a força do temporal:

– Ama-me sem medo e do seu jeito atraente

Querendo apenas a noite interminável.

 

 

 

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