Eterna Saudade

Saudades eterna

 

Algum tempo, precisamente há tempos

Num desses tempos felizes… em que todos passamos

Um dia, olhava eu acirradamente pensativo aquele retrato.

No porta retrato da sala parecia que aquele retrato falava comigo.

 

Meu Deus , Deus meu será isso uma coima a aminha alma?

A esperança no preceito tenho eu, que um dia verei quem amei

E que já não se encontra neste tenebroso plano.

Mas, – porque será que tive essa antevisão?

A divina palavra do Deus onipotente, o que reina e vive para.

Sempre. Diz— quem partiu para a eternidade, descansa e não.

Retornará até o dia do julgamento final.

 

Quando olhava eu, aquele retrato, fui tomado por um excesso

De comoção extrema como nunca havia sido eu tomado, as lagrimas.

Rolavam em meu rosto encharcando o meu corpo, deliberadamente.

Soluçava compulsivamente, o peito comprimia como se fosse o imo.

Ser lançado fora.

 

— Meu Deus, Deus meu o que será isso? Pus-me a perguntar, com lagrimas.

Arrolar, sem momentaneamente nenhuma resposta obter. — o que fazer ?

Orar ? sei lá ou se entregar de uma vez a essa dor que foi aberta com ausência.

Eterna de alguém que amamos.

 

— Meu Deus, exulcera com tanta intensidade essa falta, as perguntas vieram

Sendo respondidas com a interpretação profunda de cada lagrima que da minha

Face rolava, e com a elucidação de cada letra que se segue PAI ( Patrono Advogado, Instituidor )…

 

 

 

Leave a Reply

Copy Protected by Chetan's WP-Copyprotect.
Pular para a barra de ferramentas