Bruno Velasques Rosa

  • O BILHETINHO NA GELADEIRA

    Sabia eu explícito romantismo
    Entretanto tais atos não cogitei
    A simplicidade e o simbolismo
    Naqueles momentos encontrei

    Terminadas noites de muito calor
    Colados,integrados e agarradinhos
    Com mimos vinhas tu meu amor
    Cobria-me de beijos,tantos carinhos

    Relaxava e dormia angelicalmente
    Maravilha matutina pérola d…[Leia mais]

  • ELA ME DEIXOU AO RELENTO

    Ela me deixou ao relento
    Jogado ao frio da solidão
    Em prantos e desconsolado
    Com desconfortável situação

    Ela me deixou ao relento
    Lembrando noites de amor
    Entregues a voz da paixão
    De prazeres sentindo sabor

    Ela me deixou ao relento
    Até que amanhecesse o dia
    Acabou e eu fiquei sofrendo
    De sentimental hipot…[Leia mais]

  • O BONÉ

    Feriado decidi ir ao clube
    Natureza e água desfrutar
    Deleitei com tua juventude
    Ocupando ambiente singular

    Pele branquinha negros cabelos
    Olhar mágico que me arrebatou
    Exercendo influências e apelos
    Quem no local te visualizou

    Diversão acaba e sol termina
    Percebo você saindo a pé
    Nunca mais vi aquela menina
    Tão linda e de vermelh…[Leia mais]

  • POR TRÁS DA CORTINA

    Por trás da cortina
    Expectativa se confirmaria
    Por trás da cortina
    Algo concreto,aterradora ilusão
    Por trás da cortina
    Tesouro ou quinquilharia
    Por trás da cortina
    Linda prenda,pura decepção
    Por trás da cortina
    A matemática compensaria
    Por trás da cortina
    Outra cortina,coisas estarão.

    Jonnata Henrique 20/01/18

  • VULTO

    Do que fora apenas restaram
    Sobras do antes organismo
    Sólido asfalto que trafegava
    Trocado por sinuoso abismo

    Musical sanidade orquestrava-o
    Convertido ruído sujo tumulto
    Pelas ruas andando alienado
    Na cidade desfigurado vulto

    Jonnata Henrique 20/01/18

  • ELÍSEA VERNISSAGE

    “Entre o bucólico e o urbano”.
    Te situas,ó excelsa figura!
    Deferes teu áureo rútilo,
    emanando requinte egrégia dama.
    Pousando formidáveis edênicos ares…
    Fazes juz,vossa ínclita nominação.
    Trazes a tona hibernada parvoíce,
    conduzindo-me da hiperatividade,
    ao estupor dissociativo,num estalo.
    Donde estou,nada falo,apenas…[Leia mais]

  • O JANTAR
    Ensaiei as mais doces frases
    Lhe homenagear tal mereces
    Decorei cada passo meu
    Estudei,todas combinações
    Perfumei a sala e a casa
    Cozinhei e temperei com amor
    Campainha toca,recepciono-te
    Ainda trêmulo,suando horrores
    Gaguejando feito uma criança
    Conduzo-a em direção a mesa
    Afasto cadeira,aguardando
    Que te acomodes,cavalheirismo
    E mo…[Leia mais]

  • DO PRÉDIO

    Eu aproveito maravilhas naturais
    Ou maravilha natural,a vizinha
    Dividido entre sentir o vento
    Sem nenhuma pretensão minha
    E ficar inquieto e esperançoso
    Brisa traga este aroma gostoso
    Exalado daquela ilustre mocinha

    Não sei se vejo o belíssimo mar
    Tantas curvas e ondas admiro
    Ou me perco em perfeitas curvas
    Na tua onda cont…[Leia mais]

  • ÂNSIA E DISCREPÂNCIA

    Minúsculas roupas estampam,adornam-te
    Maiúsculas letras emoções transcrevem
    Minúsculas linhas comprimem,forram-te
    Maiúsculas frases adjetivos descrevem

    Minúsculas paredes que abrigam mulher
    Maiúsculas redes esforçei pra sair ileso
    Minúsculas tintas desenham este affair
    Maiúsculas grades onde estou preso

    Jonnata Henrique 16/01/18

  • ARTIFICIAL

    A o mundo pertencia porém
    R efletia o que foi ao nascer
    T ecnologia,avanço genético
    I nsistia aquele sintético ser
    F azendo indagações buscava
    I magens,percepções do saber
    C lone que era lhe atormentava
    I nduzido ao nada sobreviver
    A nimal criado e programado
    L ivre arbítrio poderia ele ter

    Jonnata Henrique 16/01/18

  • O LENÇO

    O lenço educadamente ofereci
    O lenço primeiro contato ocorre
    O lenço especial que não esqueci
    O lenço cada emoção nos socorre
    O lenço me faz lembrar de você
    O lenço amigo acolheu ao escorrer
    A lágrima quando minha amada morre

    Jonnata Henrique 16/01/18

  • EXECRAÇÃO E METAMORFOSE

    Foi o ódio que me transformou
    E estripou qualquer ingenuidade
    Sua força atitudes impulsionou
    Conduzindo a local sem piedade
    Rasguei dores e enterrei o amor
    Matando a antiga personalidade

    Jonnata Henrique 16/01/18

  • ELE SANGROU

    Visto que era ser humano
    Carapaça investidas rachou
    Estancou líquido com pano
    Amarrando local que cortou
    Quem chamava-o de mano
    Proximidade usando golpeou
    Amizade abalada teve danos
    Namorada sua ele tomou
    Ele sangrou,sangra,sangrará
    Pois traições jamais superou

    Jonnata Henrique 16/01/18

  • EXTRA

    Amor proibido ele extrapola
    Os limites do bom senso
    Incontestável sede explora
    Censurável fonte sou propenso

    Saciado postergo tal pecado
    Em motéis desafiando sorte
    Algum dia sei será revelado
    Este caso vou seguindo norte

    Jonnata Henrique 16/01/18

  • EXEMPLO

    Siga exemplo de quem ama
    Demonstre aquilo que sente
    Se espelhe nos destemidos
    Viva a vida verdadeiramente

    Oriente-se por boas iniciativas
    Copie ela te acrescentando
    Exemplo inspira e lhe cativa
    Mão na massa vá utilizando

    Jonnata Henrique 16/01/18

  • (re) (le) (van) (tes) (da) (dos)

    (re) gistrei tudo cirurgicamente
    (le) vado pela imparcialidade
    (van) tagens eram unicamente
    (tes) es de pouca objetividade
    (da) dos da pessoa indecente
    (dos) siê fiz encarei realidade

    Jonnata Henrique 16/01/18

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