PAIS QUE ABANDONAM SEUS FILHOS

PAIS QUE ABANDONAM SEUS FILHOS

Marcos Olavo

 

Leva nos braços da escuridão toda raiva,

Uma raiva impensável e destruidora,

Que destrói e mata toda cria,

Os levando a morte de almas.

 

Preferem levantar garrafas de vida falidas,

Do que levarem a coragem de levantar um filho abençoado.

Acham tudo isso ser corretos,

Sinceros, certos em suas visões.

 

Afogam dentro de si a beleza nascida,

A beleza feita pelos braços divinos…

E desperdiçam a força desigual.

 

Jogam anos de alegrias afora,

Achando tudo isso bonito!

Mas tudo bonito se torna feio um dia…

 

E besteira acharem que podem matar a natureza,

Cortando as vidas de esperanças na terra,

Afogando futuros de novas gerações,

Destruindo os sonhos prontos da inocência.

 

Escrevo em minha chuva, sobre pais que abandonam os seus filhos,

Os deixando sem esperança, sem balões, sem sonhos.

Fazem das mãos facas bem afiadas, em cada coração pequeno.

Então pra visar alerto com letras, a única verdade criada.

 

Se puderem ler esses versos?

Peço que carreguem em vossas almas grandes bondades!

Assumem as calças que vestem, cobrindo todas as vergonhas…

E carreguem o valor de serem pais grandiosos.

 

Porque a vida passa como pensamentos,

Depois só vêm resultados de um plantio honesto,

De vidas preparadas pelos sorrisos,

Pelo amor que abraça grandes nações.

 

Derramo também nesse branco céu,

Minhas lembranças de um filho,

De um filho, que por inúmeras vezes,

Eu carreguei em horas choradas.

 

Aviso aos pais: “Não levante suas mãos contra inocências”

Não levante suas mãos contra todas as inocências!

Aguente forte todos os estágios de seus filhos…

Porque tudo um dia some, se vai como relâmpagos.

 

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