PELAS RUAS DE CONCRETO

PELAS RUAS DE CONCRETO

Marcos Olavo

 

Quando desperto do tempo

E vejo tudo em concreto,

Todos se perdendo em cinzas,

Um tempo bonito virou pó.

 

Todos fogem desta vida em pó,

Numa caminhada escura e vazia,

A vida é dura às vezes,

É a única escolha que podemos ter.

 

O que fizemos com a natureza?

Eu encontro ruas de concretos:

Será uma imagina da mente?

Será tudo uma ilusão?

 

Cadê a beleza da natureza?

Será que virou cinza?

Vamos dizer a verdade?

Como vamos viver a vida assim?

 

Toda essa gente mergulhada em concretos:

Será que a visão louca desse poeta?

Será que vamos amanhecer perdido?

Será que nos perdemos para sempre?

 

 

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