Ventos opostos aos mares

 

Soar da tarde, brilho repentino
De um amor mal curado, tira – se á prova
Poderia ser bom estar sempre vivo
Da mais bela flor se tira o espinho.

Encrava ,machuca a alma a saber.
Os momentos perdidos e lindos que

Me puseram a perder,

Uma vida inventiva ,imortal

Só posso imaginar,quando na minha mente
Tudo me coloca a ver que tudo chegou no seu triste final.

Acabou_se a poesia e acabou_se o mortal inverno
Do destino se colhe a ironia
Desses ventos que se contrapõem a razão.
Se confrontam e racham as ondas.
Ligando o céu e o inferno.
Construindo a guerra entre o cérebro e o coração

Do desespero se tira vitória
Pros resistentes emocionais.
Grandes dores despertam maravilhas
Quando se sonha com intensidade.
E a forma que se luta por cada tais

Ventos são como os amores,
Ventam forte sem trucidar
São democráticos e universais
Por cada lugar deverão passar
Todos lugares que eu amo.
Estarei sedento a me apaixonar
Por sua liberdade bruta
Irão de encontro ao mar.
Quando ocorrer esse fenômeno ,
Da vida irei realmente me aproximar
Passado etílico prescrito ,não.
A magia do despertar.

(Leandro furtado)

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